Procuro na internet, leio tudo que existe sobre a pessoa X ou Y, fico com vontade de comprar os livros e assistir filmes, quando existem. Tenho preferência em ler sobre grandes personalidades da mídia, principalmente as DIVAS do passado. Melhor ainda quando são Divas que morreram tragicamente, seja por drogas, acidentes, tragédias, mas também gosto das vivas...hehehe!
Gosto dessas histórias, cercadas de glamour, poder, depressão, entorpecentes e paixões tórridas.
Pessoas policitamente incorretas. Pessoas que subiram na vida por meios obscuros. A vida real é muito mais interessante que qualquer ficção.
De longe, a minha preferida é a Marilyn Monroe. Diva-mor, ícone, simplesmente a loira mais famosa do mundo. Sua vida foi uma sucessão de desgraças e a morte permanece cercada de mistérios. Teria cometido suicídio? Foi uma morte acidental? Foi assassinada? Nunca saberemos...Adoro a cena antológica cantando "Happy Birthday" de forma extremamente sensual para o presidente Keneddy (Marilyn era sua suposta amante), usando um vestido que fora costurado em seu corpo, enquando a esposa, resignada, assistia tudo em casa.
De longe, a minha preferida é a Marilyn Monroe. Diva-mor, ícone, simplesmente a loira mais famosa do mundo. Sua vida foi uma sucessão de desgraças e a morte permanece cercada de mistérios. Teria cometido suicídio? Foi uma morte acidental? Foi assassinada? Nunca saberemos...Adoro a cena antológica cantando "Happy Birthday" de forma extremamente sensual para o presidente Keneddy (Marilyn era sua suposta amante), usando um vestido que fora costurado em seu corpo, enquando a esposa, resignada, assistia tudo em casa.
"Os atrasos da diva eram lendários nos bastidores da indústria cinematográfica. Só não se esperava que a atriz fosse atrasar na homenagem para o presidente dos Estados Unidos,na época, John F Kennedy. No primeiro anúncio de sua chegada, nenhum sinal da loira. No segundo, nada. Enquanto o mestre-de-cerimônia fazia piadas sobre o atraso, Marilyn surgiu com um vestido longo de seda, iluminada por um canhão de luz. Ao chegar ao microfone cantou com a voz mais sensual que pôde fazer: ''Happy Birthday to you, Happy Birthday Mr President... ''
Outra Diva do passado me chamou a atenção nos últimos tempos, agora uma brasileira: Leila Diniz. Cheguei a quase escrever um post só sobre ela, mas acabei deixando de lado. Minha admiração crescia a cada texto que eu lia sobre ela. Foi uma mulher muito polêmica, que enfrentava os hipocrisias da sociedade com muita personalidade e frases de efeito. Infelizmente, morreu aos 27 anos num acidente aéreo.
"Contudo, se Leila tornou-se uma figura marcante, isso se deve, principalmente, à sua personalidade ousada, inimiga de todas as convenções. Em sua curta existência, ela conseguiu romper inúmeros tabus da sociedade brasileira, àquela época vivendo sob a ditadura militar. Na histórica entrevista concedida ao semanário O Pasquim, em 1969, Leila Diniz, além de rechear suas falas com palavrões, afirmou: "Você pode amar muito uma pessoa e ir para a cama com outra. Já aconteceu comigo". Lida nos dias atuais, em pleno início do século 21, essa maneira de pensar talvez não escandalize a muitos, mas, naquela época, provocou reações extremadas. Ela também concedeu várias outras entrevistas, sempre corajosas - além do fato de ter escandalizado o Brasil ao exibir sua gravidez na praia, usando um biquíni."Esses dias, fuxicando na Internet encontrei mais duas Divas interessantes: Brigitte Bardot e Jane Birkin. Ainda li pouco sobre elas, mas vi alguns vídeos no Youtube super legais. Eram também polêmicas, lindas e sexy. Ahhhh eu queria ser a Brigitte. Ela era realmente linda!!
"Ela não agia como as estrelas da época, cheias de estratégias de conquista e frases de duplo sentido. Sua sensualidade vinha do corpo perfeito, da boca carnuda, do olhar expressivo e de um comportamento livre, incomum para as mulheres da época. BB chegou a ser considerada a versão francesa de Marilyn Monroe...." "...1973, aos 39 anos, BB se retirou da vida artística. Pouco antes de deixar as telas, declarou à imprensa francesa que não sentia prazer em ser atriz. Por três vezes, tentou o suicídio. Passando a desprezar sua aparência, dedicou-se a defender a natureza e os animais. Sua luta era pelo fim da venda de gatos e cachorros em anúncios classificados, pela proibição do uso de animais selvagens em circos, pelo final das touradas e das brigas de galo, e pelo fim da criação de animais para a fabricação de casacos de pele."

Um viva para as DIVAS!

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