Desde que me entendo por gente eu tenho sardas.
Algumas no braço, poucas no colo e muitas, muitaaas no rosto. Desde criança eu as tenho e mesmo ouvindo com frequência os apelos incansáveis da minha mãe pra sair do sol e passar protetor, é claro, nunca dei bola (e alguém dá?). Bom, era assim até os 25 anos. Aí, tudo mudou.
Sardas everywhere, antes da batalha começar
Minha dermatologista diz que todo mundo gosta das suas próprias sardas somente até os 25 anos. De fato, foi quando eu comecei a percebe-las de forma diferente. O engraçado é que até então eu nunca liguei pra existência delas, sequer lembrava das sardas apesar de estarem, literalmente, estampadas na cara. Aí num dia qualquer acordei não gostando mais delas foi aí que teve início uma dura batalha contra a minha própria pele.
Dá-lhe ácido retinóico, glicólico, ferúlico, hidroquinona. Um mar de agentes químicos.
Aprendi a usar o filtro solar todo dia. Praticamente eu como protetor 60 com farinha, uso todo dia, inclusive em dias de chuva. Adotei o chapéu e o boné como melhores amigos.
Mesmo assim, as sardas persistem. Até houve uma época que minha pele clareou bastante ao ponto de algumas pessoas perguntarem se eu estava <-- Aninha, a fantasminha camarada
Isso tudo que contei até agora é pra revelar o drama que eu vivo (pausa, me emocionei).
Tá, não chega a ser um drama. Na verdade é um pequeno grade dilema. A questão é a seguinte: Dra. Letícia já jogou a real me disse que não adianta eu querer apagar minhas sardas, porque elas naturalmente pertencem a minha pele. As células de melanina estão lá e não são exterminadas com os ácidos nem peelings. Ao menor sinal de SOL, elas voltam. Ela disse também que 5 minutos de Sol acabam com um ano de tratamento, e ó, pude comprovar que isso é verdade na prática.
O dilema está exatamente em qual caminho devo seguir: passar o resto da vida me encondendo do Sol, e consequentemente de praia, piscina, atividades ao ar livre e ter a pele sem sardas aparentes porque estarão clareadas? Ou continuar a abraçar os raios solares (cafona) e aceitar as consequências que isso traz?
Então, abandono de vez o Sol e viro a Vic Ceridono? Ou aceito minhas sardas de vez? Difícil, né?
Dotôra, lama de praia tira sarda?
Por enquanto estou tentando viver sem Sol, e continuo implorando a Dra. Letícia pra gente partir pro laser, mas ela insiste que sou
Ah, ficam terminantemente proibidos os comentários do tipo: "ahhhh, mas eu acho sardas tãão lindooo".
Não, não são. E é o tipo de coisa que sempre fica lindo nos outros. Na gente, não.
Aninha


6 comentários:
Boom, já que eu não posso dizer que acho sardas bonitinhas... Hehe..
Vou dizer o seguinte... Se jogue no sol (com protetor, claro!) e se "livre" das sardas, com a nossa quase melhor amiga, a maquiagem!!
Pq ficar branquela, tipo eu (fantasminha camarada em pessoa), ninguém merece!!! Hahaha..
Bjs
Ai eu nunca vou esquecer o trauma que sofri no dia que fui com vc a dermatologista, a mulher com uma pele incrível vc idem e eu #vergonhaPRÓPRIA
Mas heim que tal aulinhas de photoshop?
Ah quanto as sardas, poxa Caira tem lá seu charme, uma coisa meio Polyana. Não?
Ai Aninha, tb sofro com isso! Minha pele tá toda estampada e morro de medo da gravidez piorar ainda mais a situação.
Dá-lhe combo base + pó + corretivo + primer + cimento + argamassa for life!
Beijos
eu curto sardas. acho taaaaao boninnnntseeen!!!
da proxima vez me fala q eu tento uma inscri pra vc ameeega!!
KKKKKK, hilária esta sua foto com lama no rosto.
bjbjbj
Veralúcia
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